Segundo dados, venda de imóveis no País cresce 17,8% no 1º semestre de 2017

No período equivalente de 2017, foram 7.888 unidades, quase 700 unidades a mais que me 2016, dados do Secovi-SP.

O mercado imobiliário ficou por um bom tempo em recessão, reflexo da crise política e econômica que atingiu o País. Porém, de acordo com dados do primeiro semestre de 2017, apurados em um estudo da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), que também contou com a ajuda da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), a situação pode estar mudando de figura.

No mês de junho, já tirando os distratos, as vendas líquidas de imóveis chegaram a 7.458 unidades, um crescimento de 17,8%, ou de quase 1.000 unidades, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Na média, foram vendidas 41 unidades por dia, aumento considerável em relação ao primeiro semestre de 2016, em que apenas 35 unidades foram comercializadas diariamente.

Situação Favorável Também no Estado de São Paulo

Os paulistas também têm o que comemorar nesse aumento de vendas. Ainda que o mês de junho, especificamente, tenha apresentado uma queda, as vendas de janeiro a junho também aumentaram.

No primeiro semestre de 2016, a quantidade de imóveis residenciais comercializados foi de 7.197. Já no período equivalente de 2017, foram 7.888 unidades, quase 700 unidades a mais. Esses dados são do Secovi-SP, que é o Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo.

Um dos fatores que pode ter contribuído para isso foi o saque do FGTS inativo, que facilitou na hora de juntar um montante considerável para investir em um imóvel.

Também em junho, os lançamentos de imóveis caíram: de 2.177, em 2016, para 1.502 unidades em 2017. Já no compilado dos seis primeiros meses de ambos os anos, também foi notado um aumento: de 5.936 para 6.547.

Por mais que o número de lançamentos tenha sido menor do que o de vendas, isso pode ser considerado como um ponto positivo: foram vendidos 20% mais imóveis do que foram lançadas novas unidades. Consequentemente, o estoque de empreendimentos diminuiu, o que deve aquecer o mercado daqui para frente.

O Impacto da Redução da Taxa Selic

O Sindicato da Habitação vê o ano de 2017 com bons olhos no que tange ao crescimento do mercado imobiliário, e aposta nisso devido à redução da taxa básica de juros (Selic).

No mês de outubro de 2016, essa taxa de financiamento do mercado interbancário, que influencia nas operações de crédito de todo o país, estava em 14,25% ao ano. De lá para cá, depois de quase 11 meses, a taxa Selic passou por 7 reduções e está em 9,25%, uma variação de 5%.

A consequência dessa redução será um barateamento nos financiamentos oferecidos por bancos e agentes financeiros, o que facilitará bastante a tomada de créditos e o investimento em imóveis.

Portanto, é bom que os interessados em investir no mercado de imóveis mantenham o olho vivo, pois logo os juros dos financiamentos ficarão mais baratos e será o melhor momento possível para comprar a casa ou o apartamento dos sonhos.

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